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Crítica de cinema: O Dia Mais Feliz na Vida de Olli Mäki

O filme realizado por Juho Kuosmanen é quase a antítese de um filme de boxe convencional. Tiago R. Santos explica porque é que "a vida fora dos ringues é que importa"

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Edição de 17 a 23 de março
Tiago Santos 12 de julho de 2017 às 19:00

Olli Mäki é um pugilista finlandês que, em 1962, se prepara para subir ao ringue com Davey Moore, o campeão do mundo de peso-pluma, num histórico evento desportivo para a cidade de Helsínquia. Num filme de boxe convencional, isso implicaria várias montagens de treino, dramas intensos, um treinador veterano com discursos inspiracionais e um épico combate final (e, quando é bem feito, nada de errado - basta pensar em Creed).

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