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Crítica de cinema: Foxfire - Raposas de Fogo

O filme mostra a revolta de um grupo de raparigas adolescentes sujeitas ao machismo e à agressão dos EUA

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica de cinema: Foxfire - Raposas de Fogo
Pedro Marta Santos 15 de janeiro de 2016 às 18:00

Três anos depois, surge por fim o penúltimo trabalho de um dos melhores realizadores contemporâneos, o francês Laurent Cantet. E só na aparência é um filme contra os seus temas habituais: no registo respirado e verista das obras anteriores, acompanha-se a escalada de revolta de um grupo de raparigas adolescentes sujeitas ao machismo e à agressão dos EUA de 1955, num reverso da medalha do "sonho americano".

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