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Crítica de cinema: Exterminador Implacável: Destino Sombrio

Apenas uma versão feminista do original, diz o crítico

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Edição de 3 a 9 de fevereiro
Crítica de cinema: Exterminador Implacável: Destino Sombrio
Pedro Marta Santos 06 de novembro de 2019 às 11:00
DR

Foi para isto que esperámos quase três décadas? Anunciado como o coerente e apoteótico regresso do verdadeiro Exterminador – após meia dúzia de prequelas e sequelas renegadas pelopater familiasJames Cameron –, esta continuidade da linha cronológica deExterminador Implacável 2: O Dia do Julgamento(1991) coloca a primacial Sarah Connor (Linda Hamilton, esplêndida em toda a sua relutância ao botox) de novo como protetora da grande esperança antropoide face a um futuro alternativo – a ameaça cibernética já não provém da Skynet – de onde surge um exterminador de rosto latino-americano (Gabriel Luna) e uma militar "melhorada" pela tecnologia (Mackenzie Davis).

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