Sábado – Pense por si

Crítica: A Face do Amor

O homem que viveu duas vezes

Um melodrama modesto, mas aconselhável, baseado na premissa do doppelgänger(o duplo, que ocupa o cinema quase desde os primórdios), numa variação romântica que consegue fugir à mundanidade de "telefilme da semana" graças à paleta criativa do par protagonista.

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