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Crítica de cinema: Joy

A actriz Jennifer Lawrence volta a mostrar que é uma força da natureza

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica de cinema: Joy
Pedro Marta Santos 13 de janeiro de 2016 às 18:00

Há traços irritantes no estilo de David O. Russell, ausentes daquele que ainda é o seu melhor filme, Três Reis(1999): a câmara intrusiva, perscrutante, que nunca se acalma, num tom de falso improviso naturalista. Paradoxalmente, essa energia é também a maior virtude de Russell. De tanto sublinhar as acções das suas personagens, ele empresta-lhes um empenho "maior que a vida", com a comédia a servir sempre de contraponto à violência física e emocional.

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