Sábado – Pense por si

O humorista brasileiro combinou com Ricardo Araújo Pereira fazer um espetáculo. Esgotaram a sala em 30 minutos. Agora são cinco datas. Crítico de Bolsonaro, diz que o humor nunca foi tão essencial.

Tímido, empurrado para o teatro pela mãe, descobre na vontade de criar cenas para representar, a força das palavras. Entra no humor e fica viciado à primeira gargalhada que arranca do público. Ainda com 12 anos, com voz meio aguda, subiu ao palco e bastou dizer: “O meu nome é Gregório.” “As pessoas morreram de rir. Riram na minha cara, mas aquilo foi transformador”, diz à SÁBADO. Passou a perseguir essa sensação.

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