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Apoios ao alojamento

Novas regras e valores entram em vigor já no ano letivo de 2026/2027.

Bolseiros recebem ajudas ao alojamento

Os alunos bolseiros deslocados em Lisboa, o concelho português mais caro para estudar, poderão receber até 500 euros de ajudas ao alojamento.

De acordo com a nova reforma da Ação Social que o Governo vai aplicar já no ano letivo 2026/2027, os bolseiros que não consigam vaga numa residência vão receber uma majoração, correspondente ao valor estimado do custo do alojamento para o concelho.

No concelho de Cascais, esse valor são 488 euros, em Oeiras, 459, no Porto e Almada, 419. Em Braga, o custo médio do quarto está nos 326 euros e em Coimbra nos 338. A nível nacional, o mínimo fica fixado para Mirandela – 260 euros/mês. O nível máximo, como referimos, são 500 euros em Lisboa.

 O aluno que requereu alojamento público e não obteve vaga terá a bolsa automaticamente majorada. Essa majoração cobrirá a diferença entre os 160 euros de custo-base e os tetos médios reais do alojamento privado estipulados para cada concelho.

O contrário também está previsto. Se o estudante tiver vaga na residência pública da instituição que vai frequentar e a recusar, perde o direito à majoração para o alojamento privado, mantendo apenas o apoio-base de alojamento incluído na bolsa, os já referidos 160 euros mensais. 

A lei dá prioridade absoluta aos bolseiros deslocados no acesso às residências das instituições de ensino superior, mas não são obrigados a ficar aí.

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