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Em entrevista no NOW, o presidente do Chega, André Ventura, abordou, esta quinta-feira, o alegado assalto ao seu gabinete no Parlamento e garantiu ter-se constituído assistente no processo.

" Colaborei desde o início a pedir à Polícia Judiciária que atuasse rápido.Sou (...) auxiliar do Ministério Público neste processo, portanto, contra quem eventualmente fez isto," afirmou.

O líder partidário rejeitou insinuações de encenação e defendeu que começa a considerar que o "PSD e o Livre é que foram" ao gabinete, por terem exigido, por diversas vezes, que o dirigente do Chega se pronunciasse sobre o assunto, referindo mesmo o nome de Hugo Soares.

"Se um dia levar um tiro, há pessoas que vão dizer que fui eu que o fiz. Que disparei sobre mim próprio ou que pedi a alguém para disparar", afirmou.

O presidente do Chega salientou também que há quem ache que foi o próprio a incendiar a sede do partido em Évora. Note que a sede distrital na Rua Cândido dos Reis, no centro da cidade alentejana, ficou totalmente destruída com três fogos no espaço de uma semana.

André Ventura garantiu que a prioridade deve ser o escrutínio político e as ações de Luís Neves.

Sobre os responsáveis pelas intrusões e ameaças dirigidas ao seu gabinete, André Ventura foi perentório: "quem faz isto é bandido".

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