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Maçarocas, telefones ou vasos com cactos: as malas mais inusitadas da alta costura

Sónia Bento 08 de setembro de 2026 às 14:40

As marcas apresentam carteiras com os formatos mais bizarros. Não são práticas nem funcionais, servem apenas para chamar a atenção.

Chamam-lhes "malas de brincar" pelos seus formatos excêntricos, irreverentes e até absurdos. Há para todos os gostos, desde sapos a panelas, passando por globos terrestres, gatos, girafas ou ferros de engomar. A mala de mão, ou clutch, relega a funcionalidade para segundo plano, afirmando-se apenas pelo prazer estético.

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A mala cacto
Foto: DR
Um vaso com um cacto, apresentada pela Moschino
Foto: DR

A coleção Cruzeiro 2027, de Louis Vuitton, desenhada por Nicolas Ghesquière e apresentada em maio, no The Frick Collection de Nova Iorque, ficou marcada pelos seus acessórios escultóricos e de estética pop. Entre os que mais destacados foi a carteira em forma de pilar neoclássico, cor de pedra, com detalhes dourados.

Dos mil aos 4 mil euros

Ainda assim, nada bate a excentricidade das Moschino Collector Bags. Sob a direção criativa do argentino Adrian Appiolaza (que, entretanto, saiu) a marca italiana apresentou uma das coleções mais inusitadas e comentadas do ano. O desfile Outono/Inverno 2026-2027 mostrou pequenas malas com formatos bizarros: um telefone de disco retro, um cacto num vaso, uma garrafa de champanhe, uma baguete, uma maçaroca, esparguete ou fatia de pizza.

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Em formato de garrafa de champanhe, da Moschino. Custa €995
Foto: DR
Mala em forma de telefone
Foto: DR
Mala Moschino em forma de ferro de engomar
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Uma maçaroca, da Moschino. Preço: €1250
Foto: DR
Molho de jornais, da Moschino. Custa €1350
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Mala em forma de globo terrestre, da Moschino
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Mala em forma de esparguete, também da Moschino. Custa €2500
Foto: DR
Carteira em forma de pilar neoclássico, da Louis Vuitton
Foto: DR
Uma criação da Dior
Foto: DR

Não são práticas nem funcionais, mas, para as marcas, são peças de expressão máxima da moda como arte e, sobretudo, uma forma de chamar a atenção. Estas peças são pensadas para ser fotografadas, comentadas e tornarem-se virais. Os preços vão dos mil aos 4 mil euros.

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