
EDP vai criar rede de carregamento eléctrico para frotas empresariais
A eléctrica vai lançar uma nova rede de postos de carregamento de veículos eléctricos para frotas empresariais em parceria com a Efacec.
A eléctrica vai lançar uma nova rede de postos de carregamento de veículos eléctricos para frotas empresariais em parceria com a Efacec.
A empresa portuguesa superou as propostas apresentadas por sete concorrentes para construir e começar a operar até ao final deste ano uma infra-estrutura com 20 hectares localizada a sul da capital chilena.
Processo de recrutamento da empresa maiata vai durar até 2020 e privilegiará a diversidade de género. Efacec quer captar talento, em especial nas áreas da mobilidade eléctrica e automação.
Isabel dos Santos, que participa esta segunda-feira na inauguração da unidade de mobilidade eléctrica da Efacec, na Maia, garantiu que a nova fábrica vai passar de 112 para 190 trabalhadores ainda este ano, e chegar aos 400 até 2025.
O PCP acusa a administração da Efacec de "promover a substituição de trabalhadores com vínculo por trabalhadores sem vínculo". E interpela o Governo: "Entende admissível que esta empresa use e subverta o plano de reestruturação, não obstante os lucros registados em 2016?"
A Efacec ganhou um contrato no Ruanda, no valor de 10,5 milhões de euros, para a realização do projecto de engenharia, fornecimento, supervisão e comissionamento de três novas subestações de 200KV, que são essenciais para distribuir electricidade até zonas rurais deste país.
O grupo Efacec, que é controlado pela angolana Isabel dos Santos desde o final de 2015, fechou o último exercício com uma facturação de 431,5 milhões de euros, mais 15,5 milhões do que no ano anterior, e lucros de 4,3 milhões de euros. Foram os seus primeiros resultados positivos desde 2012.
O grupo controlado pela empresária angolana Isabel dos Santos revelou que já celebrou 175 das 424 rescisões por mútuo acordo autorizadas sob o estatuto de empresa em reestruturação, admitindo "a eventual utilização das quotas remanescentes (249)".
O CEO da Efacec debateu a evolução da indústria e disse que a empresa ainda não tinha chegado ao 4.0. A Sakthi, de Jorge Fesch a credita no papel de Portugal e Espanha, sobretudo nas relações com África. E a Cabelte, de Pais de Sousa, já tem os dois pés na revolução tecnológica.