NATO/Cimeira: Espanha responde a ameaças de Trump com "calma e normalidade"
Presidente dos EUA afirmou que o país "é um caso perdido" e ameaçou cortar todas as relações comerciais.
Presidente dos EUA afirmou que o país "é um caso perdido" e ameaçou cortar todas as relações comerciais.
O presidente dos Estados Unidos acredita que quando as restrições forem impostas, a Espanha vai "voltar a correr" para os braços dos norte-americanos.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros vão decidir se cortam todas as relações comerciais com os colonatos israelitas na Cisjordânia, uma medida que precisa de ser aprovada por unanimidade.
Tensões geopolíticas, dependências estratégicas e crescente imprevisibilidade nas relações comerciais preocupam a União.
Atrair investimento chinês é o principal objetivo da visita oficial do primeiro-ministro espanhol à China, numa altura em que Trump anuncia o corte de relações comerciais com o país ibérico.
A reação surge num momento em que ambos os países manifestam otimismo sobre a possibilidade de estabilizar as relações comerciais, após terem recuado nas tarifas elevadas e nas restrições comerciais mais duras.
Líder chinês chegou a Paris para visita dominada pelas relações comerciais e a guerra na Ucrânia.
As relações comerciais entre Portugal e o Brasil têm "espaço para crescer" e o investimento português no Brasil "tem que crescer", defendeu Costa.
Mohammed bin Salman está de visita à Turquia, a primeira desde 2018. Os dois países retomam agora as relações comerciais e políticas.
Importamos mais do que exportamoss. Para lá vai cortiça, calçado e vinho. Recebemos combustíveis e gás – mas António Costa Silva acredita que é possível escapar à dependência russa.
Governo está a preparar legislação que poderá afetar compromissos feitos sobre o estatuto da Irlanda do Norte nas relações comerciais com a União Europeia pós-Brexit.
No início de uma visita oficial àquele país, o presidente norte-americano apelou ao Japão para que as relações comerciais com os Estados Unidos sejam "mais justas".
Wall Street volta aos ganhos com o fantasma da guerra comercial a dar sinais de começar a desvanecer. O acertar dos próximos passos das negociações entre os EUA e a China e a cedência de Pequim nas tarifas sobre as importações automóveis deixam os investidores optimistas quanto ao futuro das relações comerciais entre os dois países.
As bolsas do outro lado do Atlântico voltaram a perder terreno, muito à conta das cotadas da energia, que foram pressionadas pela queda das cotações do petróleo. Já a detenção da directora financeira da Huawei trouxe novos receios quanto às relações comerciais entre os EUA e a China. Mas no final da sessão a Fed impediu maiores perdas.
Os progressos nas negociações sobre o Brexit e as relações comerciais entre os Estados Unidos e a China deram um impulso à cotação da libra, do euro e das acções a nível global. O petróleo continua a afundar e já está em mínimos do ano em Nova Iorque.
Não é só nas relações comerciais que os EUA e a China estão de costas voltadas. Os dois países apresentam comportamentos divergentes nos mercados accionistas.