Pugilista de 19 anos executado no Irão por envolvimento em protestos contra o regime
Três manifestantes foram mortos pelo regime iraniano pela sua participação nos protestos.
Três manifestantes foram mortos pelo regime iraniano pela sua participação nos protestos.
Especialistas ouvidos pela SÁBADO garantem que o objetivo por detrás da escolha de Mojtaba para líder supremo do Irão é dar "continuidade ao regime”. Filho do aiatola, que morreu nos ataques dos EUA, era um dos candidatos com menos experiência.
Assassinato do líder supremo impôs aos clérigos iranianos a tarefa de escolherem o sucessor do homem que liderou o país por mais de quatro décadas.
Procurador temido, defensor da ordem e da religião, ganhou o apelido de Carniceiro de Teerão, foi presidente do Irão durante três anos e morreu no passado domingo num acidente de helicóptero.
Ultraconservador iraniano intensificou a repressão contra os críticos do regime. A morte de Mahsa Amini levou às maiores manifestações dos últimos anos e na sequência da repressão mais de 500 manifestantes terão sido mortos pelas forças de segurança.
O Ministério disse que alguns dos detidos "tinham motivos hostis de criar medo entre a população e os estudantes, e levar ao encerramento de escolas" para criar ceticismo em relação ao sistema islâmico.
Os casos de envenenamento em várias escolas femininas no Irão aumentaram nas últimas semanas. O governo indicou que foram descobertas "amostras suspeitas".
O Irão vive marcado por protestos generalizados desde o dia 16 de setembro, quando Mahsa Amini, uma jovem curda de 22 anos, foi detida pela polícia da moralidade por usar o véu de uma forma inadequada e acabou por morrer enquanto estava detida.
Mohsen Fakhrizadeh, que liderou o antigo programa secreto do Irão para desenvolver armas nucleares, foi morto na sexta-feira numa emboscada perto de Teerão.
Mohsen Fakhrizadeh foi vítima de uma emboscada no Irão. Quatro pessoas abriram fogo depois de se ter ouvido uma explosão.
Desde junho, a República Islâmica tem verificado um progressivo aumento da mortalidade diária associada ao novo coronavírus.
País registou 51 mortes adicionais nas últimas 24 horas, elevando o total para 6.988.
O ayatollah foi internado no sábado na unidade de cuidados intensivos do hospital Shahid Behesthi, na cidade santa de Qom onde se concentra o maior número de casos de coronavirus no Irão.
O Irão já registou 245 casos de infetados por coronavírus, mas tem sido acusado de ter ocultado informações sobre o vírus.
O Irão acusou os EUA de difundirem "o medo" à volta do coronavírus, um dia depois do secretário de Estado norte-americano ter apelado ao Irão para "dizer a verdade" sobre a epidemia no país.
O vice-ministro frisou que os casos registados pelas autoridades são de 61 pessoas infetadas com o Covid-19, das quais 12 morreram.