Rubio garante disponibilidade de Trump para reunião com Pezeshkian durante Assembleia Geral da ONU
Secretário de Estado admitiu que Administração Trump "está aberta" a reunir-se com o líder do Irão, mas não há nada agendado.
Secretário de Estado admitiu que Administração Trump "está aberta" a reunir-se com o líder do Irão, mas não há nada agendado.
Proposta visa reiniciar as negociações entre para acabar definitivamente com as hostilidades.
O Presidente chinês declarou ainda que a guerra no Médio Oriente, desencadeada pelos ataques norte-americanos e israelitas contra o Irão no final de fevereiro, não serve os “interesses comuns”.
Massoud Pezeshkian acusou ainda os norte-americanos de terem atacado “escolas, hospitais e infraestruturas”, “violando todas as regras”, e afirmou que Washington é “odiado em todo o mundo”.
Ferido durante os ataques, que também mataram vários oficiais iranianos, Mojtaba Khamenei tem comunicado desde a sua nomeação apenas através de declarações que lhe são atribuídas.
Os preços dos combustíveis em Portugal deverão descer na próxima semana
Os Estados Unidos e o Irão estão num processo de diálogo mediado pelo Paquistão, embora as divergências entre as suas posições tenham impedido, até ao momento, um segundo encontro em Islamabad, cidade que acolheu a primeira reunião presencial após o acordo de cessar-fogo assinado em 08 de abril, posteriormente prorrogado indefinidamente por Trump.
Líder norte-americano afirmou que a indústria petrolífera iraniana "explodiria" com as restrições impostas pelos Estados Unidos.
Governo paquistanês afirmou-se como um facilitador essencial entre o Irão e os EUA, permitindo a troca de mensagens, numa altura em que a guerra, conduzida por Washington e Israel, entrou no seu segundo mês.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano reuniu-se na noite de quarta-feira com o seu homólogo de Omã, que serve de intermediário nas negociações entre os Estados Unidos e o Irão.
“Um ataque contra o líder supremo do nosso país equivale a uma guerra total contra a nação iraniana”, disse Massoud Pezeshkian.
A desvalorização da moeda iraniana foi o gatilho para o início dos protestos no Irão.
As manifestações começaram no domingo em Teerão, onde os comerciantes fecharam os seus negócios em protesto contra a hiperinflação, a desvalorização da moeda e a estagnação económica e, de seguida, espalhou-se para as universidades e para o resto do país.
Em dezembro os preços dos alimentos subiram 72% e os de produtos de saúde e medicamentos 50%, em relação ao mesmo mês do ano passado.
Mais de 20 líderes mundiais estão reunidos na Rússia para fortalecerem relações entre si. Putin tenta consolidar novas alianças para desafiar o Ocidente.
Em causa estão os receios crescentes de uma guerra total entre Israel e o Hezbollah libanês.