Mariana Leitão diz que Governo "encomendou a verdade" sobre Segurança Social para "decidir não a usar"
Presidente da IL considera ainda que os portugueses devem ser tratados como adultos.
Presidente da IL considera ainda que os portugueses devem ser tratados como adultos.
Para Mariana Leitão, "o ensino obrigatório, obviamente, tem que ter vagas para os alunos", mas não é tempo de "especular sobre o que é que se passou".
Maria Benedita Urbano defendeu que a pandemia de Covid-19 "foi a tempestade perfeita", ao levar à imposição de restrições às liberdades fundamentais, algo que "acelerou estas tendências" para o populismo.
Mário Amorim Lopes defendeu que, em Portugal, "todas as áreas precisam" de reformas, mas que as jornadas do partido se focarão na fiscalidade, na saúde e na reforma do Estado, abordando também áreas como a Segurança Social e a justiç
Ser do contra e ser alternativa não são a mesma coisa e o PS podia ter percebido isso com o resultado de Pedro Nuno Santos há um ano, que o tornou claríssimo. Carneiro tem de decidir se quer ir para Grândola ou se quer ir para São Bento. O caminho não é o mesmo.
O primeiro-ministro segue depois para a Turquia para a cimeira da NATO que decorre até quarta-feira.
Líder do PS afirmou, no entanto, que "pode até acontecer que tudo tenha justificação" e que "tudo esteja devidamente enquadrado".
"O Governo tem de escolher com quem é que quer dialogar e tem escolhido sempre do lado errado", lamentou Isabel Mendes Lopes.
Porta-voz do partido manifestou preocupação com a limpeza dos terrenos antes da época de incêndios.
Líder parlamentar do PCP, Paula Santos, constatou que se mantêm grandes quantidades de árvores caídas no chão.
Entre as principais medidas, o Governo manteve a versão inicial do seu anteprojeto relativa ao prazo dos contratos, prevendo que volte a ter um máximo de três anos no caso dos contratos a termo certo e de cinco anos a termo incerto, apesar de durante as negociações ter sido admitido manter as durações atuais (de dois e quatro anos, respetivamente).
Na quinta-feira à tarde já o secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, confirmou que o seu partido votará contra o pacote laboral na generalidade.
Ricardo Gonçalves organizou almoços com centenas de militantes, criou uma república de deputados em Lisboa. Aprendeu com Soares, insurgiu-se contra Sócrates e não receia ficar a falar sozinho. Tal como aconteceu no último congresso
E ainda o PSD e o Estado; a adjunta judoca e um Arnaut cá "da casa".
Sobre um pacto regime para as medidas de incentivo à natalidade, a antiga líder do CDS-PP assinalou que cada partido tem uma abordagem diferente e que a mudanças das medidas "é inevitável", a não ser que haja "um entendimento prévio, muito sólido, muito firme".