Manifestação começa em Paris entre medidas de segurança
O percurso em Paris foi limitado, no meio de rigorosas medidas de segurança, como tentativa de evitar perturbações.
O percurso em Paris foi limitado, no meio de rigorosas medidas de segurança, como tentativa de evitar perturbações.
O movimento, que se apresenta como uma estrutura de mobilização de rua, lançou também um 'site' na Internet com transmissão em direto das assembleias e pedido de doações.
O pedido da polícia destinou-se à zona abrangida pela "operação de segurança a realizar no dia 31 de outubro de 2026", em Lisboa.
De manhã cedo, uma parte dos que pernoitaram na praça D. João I, no Porto, saiu para trabalhar, permanecendo no local cerca de uma dúzia de pessoas.
Entre 200 e 300 pessoas regressaram esta noite ao Rossio para a Acampada de Lisboa.
Em declarações ao NOW durante uma manifestação pelo direito à habitação, Fabian Figueiredo reagiu esta terça-feira aos incidentes e à carga policial ocorrida no Rossio. O deputado rejeitou que tenha existido confusão provocada pelos cidadãos e criticou a atuação do Governo, sublinhando: "O único gerador de violência é a ordem do primeiro-ministro para expulsar, à margem da lei, quem, com toda a razão, com toda a legitimidade, sai à rua pelo direito a ter uma casa".
O cônsul referiu que, para esta segunda volta, foram tomadas medidas para melhor se informarem os eleitores do respetivo local de voto.
Pelas ruas que circundam a praça já não há vestígios da acampada, que chegou a ter mais de 50 tendas.
Este incremento de presença militar na Base das Lajes ocorre numa altura em que os EUA reforçaram a sua presença militar no Médio Oriente, com o envio do porta-aviões USS Theodore Roosevelt, que se juntará aos USS George H. W. Bush e USS George Washington, já presentes na região.
Uma semana depois de os tumultos e pilhagens no norte do país.
A manifestação decorreu sem incidentes, mas sempre com a polícia por perto.
Desde o início de outubro, os incidentes têm-se multiplicado ao largo da Bulgária e da Roménia, países membros da União Europeia e NATO, com ataques atribuídos a drones russos.
Na última semana, a UKMTO registou 12 ataques contra embarcações: 10 no Estreito de Ormuz, um no Golfo Pérsico e outro no Golfo de Omã.
Por um imbróglio legal, os livros da autora irlandesa de "Normal People" vão deixar de ser vendidos no país. Não é caso único - há outros sinais de alerta.
Esta semana, hackers levaram a cabo um ataque que desligou vários frigoríficos de cadeias de supermercado francesas. Segundo a empresa de cibersegurança CyberS3C, o caso terá afetado também Portugal, embora não haja uma confirmação oficial. Mas como se desencadeia um ataque deste tipo?
O chefe de Estado sublinhou que é responsabilidade dos partidos chegar a uma solução para a habitação.