Nuno Palma: “Somos a Venezuela da Europa”
O economista aponta ao “vício dos fundos europeus” que tornaram o País um “Estado-cliente” da UE incapaz de se reformar para convergir. Com um “ministério das reformas a fingir” e uma “indústria de fundos”.
O economista aponta ao “vício dos fundos europeus” que tornaram o País um “Estado-cliente” da UE incapaz de se reformar para convergir. Com um “ministério das reformas a fingir” e uma “indústria de fundos”.
O Governo pretende que se torne "incomportável" para os proprietários manter prédios devolutos nas áreas em que a procura de imóveis é mais acentuada. Para tal, o Executivo quer um agravamento fiscal "a sério", diz a secretária de Estado da Habitação.
Empresas de construção e de imobiliário com pouco apoio da banca
A secretária de Estado da Habitação adianta que o OE2019 não contabiliza "um número muito significativo" de instrumentos de política com "potencial de investimento enormíssimo".
Os números materializam a superação das expectativas: 13 operações, um volume de investimento de 75 milhões de euros e 74 pedidos de financiamento que totalizam 231 milhões. O Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas - IFRRU 2020 demonstra ser uma aposta ganha.
Curtos contratos de arrendamento levam a que proprietários possam escolher inquilinos e fazer aumentos de renda anuais.
A dimensão financeira do Portugal 2020, com 25 mil milhões de euros para apoiar empresas, faz do fundo um instrumento fundamental de apoio e fomento ao investimento público e privado.
A empresa aproveitou a crise para reabilitar imóveis nos centros urbanos e diversificar a área geográfica de actuação.
O Santander Totta e o Banco Popular concentram metade dos 1,4 mil milhões de euros disponíveis para o financiamento de projectos no âmbito do Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas (IFRRU 2020).
Depois de 2011 a banca passou a exigir projectos bem estruturados e capitais próprios adequados, pois são operações em que e a recuperação do investimento é longa.