Aumentam as infeções sexualmente transmissíveis entre jovens
Gonorreia é uma das doenças onde o crescimento foi maior. Taxas de notificação aumentaram quase 200% entre 2021 e 2023.
Gonorreia é uma das doenças onde o crescimento foi maior. Taxas de notificação aumentaram quase 200% entre 2021 e 2023.
Uma em cada seis infeções bacterianas confirmadas em laboratório e que causaram em 2023 doenças comuns em pessoas de todo o mundo eram resistentes aos tratamentos com antibióticos, segundo a OMS.
Podíamos fazer mais? Seguramente que sim. E aprender com a lição que a pandemia de COVID-19 nos proporcionou, aprendendo com os erros e apostando no caminho certo, que é o reforço da imunidade inespecífica.
Os casos de doenças sexualmente transmissíveis estão a aumentar em Portugal e, em 2022, 55% dos adolescentes portugueses sexualmente ativos admitiram não utilizar sempre preservativo.
Em Portugal aumentaram os casos de gonorreia, clamídia e sífilis, afetando sobretudo jovens dos 20 aos 24 anos.
O alerta é da médica responsável pela Consulta de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) no Hospital dos Capuchos, em Lisboa.
"Estas doenças não são só importantes a nível individual, mas também a nível de saúde pública", salienta responsável pela especialidade de Dermatovenereologia do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.
Organização apoiou 556 vítimas de violência doméstica ou abuso sexual no ano fiscal de 2020, um aumento em relação ao período anterior.
No ano passado, o número de casos notificados de sífilis, gonorreia e clamídia, doenças sexualmente transmissíveis, aumentou 33% face ao ano anterior.
Sexo oral desprotegido também transmite infeções bacterianas.
Doenças Sexualmente Transmissíveis que estavam esquecidas ressurgiram nos últimos anos e estão a preocupar os médicos.
Tonalidade e espessura da urina pode determinar certo tipo de patologias.
Presidente do Instituto de Saúde Pública sugeriu ações preventivas junto da população.
Menor foi obrigada a manter relações sexuais com os rapazes na casa de banho. Um deles era seropositivo.
A resistência aos antibióticos está a aumentar e pode provocar a morte de 10 milhões de pessoas em 2050