Rotura de medicamentos continua a sentir-se nas farmácias portuguesas
Semaglutido, clonazepam e amoxicilina são as substâncias que atualmente registaram maior escassez.
Semaglutido, clonazepam e amoxicilina são as substâncias que atualmente registaram maior escassez.
Dias curtos, noites longas, frio e chuva. É a atmosfera de fim de ano a convidar-nos ao aconchego. Mas também tempo de infeções respiratórias. Para o ajudar a passar este período com saúde e conforto, as Farmácias Portuguesas lançaram a campanha especial de cuidados de inverno “Por um Natal cheio de magia e bem-estar”.
Entre 16 e 29 de dezembro, foram realizados 1.200.000 testes nas farmácias portuguesas.
Iniciativa teve início a 15 de março e conta com o apoio da Fundação Millennium bcp, Fundação Calouste Gulbenkian e Europacolon Portugal, sendo que os primeiros 4.000 rastreios serão gratuitos.
Segundo dados da Associação Nacional de Farmácias, 679 farmácias estão em risco de enfrentarem processos de penhora ou insolvência.
Em cinco semanas as farmácias portuguesas venderam 311.592 vacinas da gripe – mais de metade do total dispensado no ano passado.
O Ongentys, o medicamento da Bial para doentes de Parkinson, já está a ser comercializado em vários países da Europa, devendo ser introduzido "a muito breve prazo" em Itália, mas ainda se desconhece quando chega às farmácias portuguesas.
Mais de 223 mil pessoas assinaram a petição lançada pelas farmácias portuguesas, que será entregue neste sábado na sede do Ministério da Saúde.
As farmácias portuguesas foram chamadas a "pôr luto" e explicar aos utentes as razões que podem levar ao encerramento de 600 unidades, numa acção esta segunda-feira iniciada que inclui uma petição ao Governo para alterar as políticas do sector.
Um medicamento para os doentes com Parkinson está a faltar em algumas farmácias portuguesas, mas a autoridade que regula o sector garante que o laboratório assegura que a situação será regularizada na próxima semana.