IA, isto é incrível, mas pode matar-nos
O mundo mudou este mês: pela primeira vez uma empresa não libertou um novo modelo de Inteligência Artificial por receio do seu potencial destrutivo.
O mundo mudou este mês: pela primeira vez uma empresa não libertou um novo modelo de Inteligência Artificial por receio do seu potencial destrutivo.
Trata-se de um modelo de uso geral com capacidades agenticas de codificação e raciocínio excepcionalmente desenvolvidas, não tendo sido especificamente treinado para tarefas de cibersegurança.
O Pentágono quer usar a inteligência artificial para vigiar cidadãos e criar armas autónomas. Musk ganha novo contrato com o executivo do qual já fez parte.