Chega aceita condições de Aguiar-Branco para comissão de inquérito sobre Luís Neves
O presidente da Assembleia da República anunciou ter admitido nove dos 11 temas requeridos pelo Chega para a investigação.
O presidente da Assembleia da República anunciou ter admitido nove dos 11 temas requeridos pelo Chega para a investigação.
O presidente da Assembleia da República disse que se o Chega insistir em avançar com os 11 temas constantes no seu requerimento, não estará em condições de constituir uma comissão de inquérito.
Deputado insistiu que "ninguém pode estar acima da lei, nem Luís Neves, nem nenhum outro".
Partido criticou a "banalização" deste instrumento, mas voltou a pedir ao Governo documentação sobre o processo.
O anúncio foi feito pelo presidente do Chega em declarações aos jornalistas no Parlamento, depois de se ter reunido com José Pedro Aguiar-Branco.
Para Mariana Leitão, "o ensino obrigatório, obviamente, tem que ter vagas para os alunos", mas não é tempo de "especular sobre o que é que se passou".
Questionado sobre o arranque do ano escolar, José Luís Carneiro referiu ser "a primeira vez que acontece na escola pública as crianças chegarem ao início do ano letivo e não terem escola".
Partido liderado por André Ventura pede que José Pedro Aguiar-Branco "se digne determinar uma célere instalação da comissão de inquérito pedida", já a partir de dia 15 de setembro.
Aguiar-Branco tinha assinalado "insuficiências na delimitação do objeto e dos fundamentos" inerentes ao inquérito parlamentar requerido pelo Chega, que "não permitem, na sua atual formulação, determinar a constituição obrigatória da comissão".
O presidente da Assembleia da República solicita à bancada do partido de André Ventura que proceda “à reformulação do objeto e dos respetivos fundamentos, suprindo as insuficiências identificadas, sob pena de rejeição” da admissão do requerimento.
A Comissão de Inquérito sobre Acidentes Aéreos está a recolher provas técnicas no local da catástrofe.
Sobre o processo de digitalização dos exames nacionais.
O dirigente do Partido Socialista (PS) considera que o que se está a passar com os exames nacionais é "muito grave".
O Chega vai propor um debate de urgência no Parlamento para que o ministro da Educação dê explicações sobre as “falhas brutais” nos exames nacionais e afasta para já a realização de uma comissão de inquérito.
Fabian Figueiredo recorda que no projeto-piloto do exame de Filosofia, realizado em 2025, já tinham sido reportadas falhas agora repetidas em maior escala.
Por alegado crime de falsidade de testemunho.