Candidatos ao ensino superior ultrapassam 1.ª fase do ano passado
O aumento face ao ano passado poderá ainda ser mais expressivo, uma vez que, este ano, os alunos têm 18 dias para apresentar a candidatura, mais três do que no último concurso.
O aumento face ao ano passado poderá ainda ser mais expressivo, uma vez que, este ano, os alunos têm 18 dias para apresentar a candidatura, mais três do que no último concurso.
Fernando Alexandre reiterou que nenhum aluno será prejudicado no acesso ao ensino superior.
Numa altura em que os alunos já deverão conhecer todas as classificações dos exames nacionais.
O anúncio do aumento das propinas, feito em setembro, levou à contestação e a "lutas de estudantes por todo o país".
Há agora pouco mais de 52 mil caloiros em instituições públicas, o que representa quase menos cinco mil estudantes do que no ano passado.
"Os exames nacionais são um instrumento essencial para garantir a avaliação das aprendizagens" e sem eles não é possível identificar quais são as "escolas que estão a funcionar bem e as que estão a funcionar mal", defendeu.
As vagas a concurso na terceira fase serão divulgadas em 22 de setembro e as candidaturas poderão ser apresentadas entre esse dia e 25 de setembro.
Apenas 16% dos candidatos ficaram de fora do Concurso Nacional.
Regras de acesso ao ensino superior deverão manter-se inalteradas este ano, avançou o ministro da Educação.
41% dos alunos ficaram colocados na primeira opção, indicam os dados revelados pelo Ministério.
De acordo com um despacho, publicado na segunda-feira, as instituições vão poder aumentar em 5% o número de vagas do CNAES.
As candidaturas para a 1.º fase de acesso ao ensino superior terminam a 08 de agosto e de 12 a 23 de setembro podem candidatar-se à 2.º fase.
Maior parte dos alunos inscritos tem como objetivo o acesso ao ensino superior, seguindo-se os casos em que o objetivo é melhorar a nota (21%) ou conseguir ter positiva à disciplina (6%).
Pelo terceiro ano consecutivo os alunos só precisam de realizar provas para acesso ao ensino superior, estando suspensa a regra que exigia a realização de provas para a conclusão de ciclo.
Escolas vão assegurar a estes alunos um reforço de aulas para aprender a língua portuguesa e adotar processos simplificados para os inserir num determinado ano de escolaridade.
Só ficaram colocados 40% dos 23 mil candidatos à segunda fase. Houve agora mais colocados em instituições de ensino politécnico (4.822) do que em universidades (4.272).