Pentágono quer transmitir ao vivo execução por fuzilamento de um homem no Texas
Nidal Malik Hasan matou 13 pessoas numa base militar em 2009 e foi condenado à morte. Execução está marcada para 3 de dezembro.
Nidal Malik Hasan matou 13 pessoas numa base militar em 2009 e foi condenado à morte. Execução está marcada para 3 de dezembro.
Christa Pike conseguiu sobreviver a duas injeções letais. Agora, que está "consciente e a falar", levantam-se várias questões e fica a dúvida sobre se o estado norte-americano do Tennessee vai tentar executá-la novamente.
Mulher do Tennessee tinha sido condenada à pena de morte, mas acabou por sobreviver a duas injeções letais. Foi transferida para um hospital, onde está agora a recuperar.
Uma notícia aparece numa semana de 2026 e não na Idade Média: condenada à morte, Pike basicamente sobreviveu “a duas tentativas do Estado do Tennessee para a executar através de injeções letais”.
Quando o Estado erra na aplicação técnica do seu método mais sofisticado, a execução distancia-se de um acto de justiça e aproxima-se da tortura médica exposta. Isolar um indivíduo para administrar substâncias químicas que partem o corpo a conta-gotas destitui o processo da dignidade que a lei constitucional norte-americana teoricamente ampara, através da proibição de castigos cruéis.
Decisão foi tomada "tendo em conta os melhores interesses dos habitantes do Tennessee".
A ONU apelou, esta quinta-feira, às autoridades norte-americanas para que não tentem novamente executar Christa Pike, que permanece em estado crítico num hospital. A reclusa sobreviveu a uma tentativa de execução no Tennessee depois de receber duas doses de injeção letal.
Christa Pike permanece hospitalizada em estado crítico e a receber cuidados médicos para salvar a vida, um dia depois de ter sobrevivido a uma tentativa de execução no Tennessee. O advogado Randy Spivey classificou o procedimento como “cruel” e pediu ao governador que comute a pena de morte.
Advogado de defesa relata o que viu na sala de execuções e médico explica e o que pode ter corrido mal.
A execução de Christa Pike, condenada pelo homicídio de uma colega em 1995, foi interrompida depois de a reclusa permanecer aparentemente consciente após receber duas doses de pentobarbital, esta quarta-feira. A jornalista da AP Kim Chandler explica tudo aconteceu.
Christa Pike perdeu a consciência mas manteve batimentos cardíacos. Foi conduzida de emergência a um hospital.
Christa Pike está detida há 31 anos e a defesa alega que ela também é uma vítima.