Congresso brasileiro aprova lei que reduz pena de Jair Bolsonaro e outros condenados
Deputados do centro direita e direita juntaram-se aos parlamentares 'bolsonaristas' e aprovaram o articulado por 241 votos a favor e 141 contra.
Deputados do centro direita e direita juntaram-se aos parlamentares 'bolsonaristas' e aprovaram o articulado por 241 votos a favor e 141 contra.
O julgamento de Bolsonaro foi retomado hoje, com a apresentação das alegações das últimas quatro defesas dos acusados: Jair Bolsonaro, Augusto Heleno, Sérgio Nogueira e Walter Braga Neto.
O presidente brasileiro ressalvou a necessidade de haver respeito pela “presunção de inocência” do ex-presidente.
O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), presidido por um coletivo de cinco juízes, foi marcado para cinco datas: hoje, quarta-feira e para a próxima semana nos dias 09, 10 e 12.
Ex-presidente brasileiro aarisca uma pena de mais de 40 anos de prisão.
Bolsonaro tentava a reeleição e não aceitou a derrota nas urnas.
Bolsonaro e os outros sete réus serão julgados por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, envolvimento em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de património, crimes cujas penas somadas podem chegar a mais de 20 anos de prisão.
A Polícia Federal está a realizar a Operação Tempus Veritatis "para apurar organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, para obter vantagem de natureza política com a manutenção do então Presidente da República no poder".
Nas últimas duas semanas, o presidente brasileiro esteve em reuniões, cerimónias e almoços, trocou apertos de mão e tirou fotografias com centenas de pessoas.
A Polícia Federal pediu ainda ao Supremo mais 30 dias para concluir o inquérito que apura se o chefe de Estado tentou efetivamente interferir na instituição.
Jornalistas têm sido alvo, com cada vez mais frequência, de agressões por parte dos apoiantes do chefe de Estado brasileiro.
Presidente brasileiro afirmou que o medo da doença é maior que a doença em si e que "toda a gente morre um dia". Brasil chegou esta quinta-feira às 20 mil mortes causadas pela Covid-19.
Bolsonaro usou dois pseudónimos na realização dos exames médicos, argumentando que o fez por questões de segurança, preservação da imagem e privacidade
O general Otávio do Rêgo Barros, avança o gabinete, não apresenta sintomas da covid-19 e está em isolamento na sua residência.
Moro reiterou no seu depoimento que decidiu renunciar ao cargo de Ministro da Justiça quando o presidente do Brasil lhe comunicou a sua irreversível decisão de substituir o então diretor geral da Polícia Federal Mauricio Valeixo, sem motivo aparente.
Augusto Heleno integrou uma comitiva que viajou para os Estados Unidos no início de março e teve pelo menos 15 membros contaminados.