Vendas de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos caíram no ano passado
Consumo parece ter estado ligado à pandemia, tendo começado a decrescer em 2022.
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Segundo os dados da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, relativos a medicamentos prescritos e comparticipados, dispensados nas farmácias comunitárias, foram vendidas neste período 5.338.574 embalagens de ansiolíticos, sedativos, hipnóticos, representando um encargo para o SNS de 10.300.100 euros.
Nos primeiros nove meses do ano passado os portugueses compraram mais de 15,7 milhões de embalagens de ansiolíticos, sedativos, hipnóticos e antidepressivos.
Desde 2000, o consumo de antidepressivos em Portugal mais do triplicou, enquanto o de ansiolíticos e hipnóticos desceu. Entre os países da OCDE, Portugal é o quinto que mais consome este tipo de medicamentos.
A grande maioria dos inquiridos (83%) diz não ter tomado nenhum destes medicamentos.
Foram vendidas, no total, mais de 2,2 milhões de embalagens destes fármacos.
Relatório dedicado à saúde mental revela ainda que Portugal é o quinto país em 29 da OCDE que mais consome antidepressivos, tendo uma taxa de consumo que é o dobro de países como a Holanda ou a Itália.
Um relatório da ONU sobre o tema aponta que há um uso excessivo de medicamentos passados para tratar doenças do foro mental. O consumo de ansiolíticos, antidepressivos, sedativos e hipnóticos aumentou exponencialmente nos últimos 20 anos.
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Cerca de 250 mil portugueses terão sinais de dependência de ansiolíticos ou de medicamentos para dormir e quatro em cada 10 já tomaram algum destes remédios pelo menos uma vez na vida, segundo um inquérito divulgado esta sexta-feira pela Deco.