O que acontece quando a inteligência humana, deslumbrada consigo própria, deixa de reconhecer limites morais? A pergunta pode parecer supérflua para a cabeça acelerada de Elon Musk – um Ulisses moderno, com a mesma arrogância do antigo. Mas, em tempos sombrios para a civilização ocidental, é de aplaudir que exista um realizador de cinema que ainda tenha espaço e talento para a formular.
E é esta mesma Europa, tão fecunda nas suas lamúrias, que deplora o afastamento anunciado dos Estados Unidos em matérias de defesa! Quando leio notícias destas, não é o afastamento dos americanos que me espanta; é o facto de, apesar de tudo, eles ainda por cá andarem.
Quando Trump pediu clemência para Balogun antes do jogo com a Bélgica, limitou-se a repetir uma prática antiga. Mas enquanto os seus antecessores manobravam na sombra, Trump exibiu o abuso às claras
Em França, a destruição sazonal já faz parte do calendário. E, como lembrava o nosso Eça, de França tudo nos chega pelo paquete – como, aliás, tem chegado: dos cocktails Molotov nas marchas contra o aborto aos pirómanos de rosto coberto junto à escadaria do Parlamento, vai crescendo por cá um certo gosto por estes passatempos, usualmente com o carimbo da extrema-esquerda.
Difícil de aceitar é ter António José Seguro como tutor do Governo e chefe da Oposição – duas tarefas para as quais não foi eleito. E que serão lembradas por uma parte do seu eleitorado nas próximas presidenciais.
Desde que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, foi apanhado a pedir dinheiro ao alegado criminoso Daniel Vorcaro, cortei no sono e nas refeições só para acompanhar a telenovela em permanência.