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Super Drags. No Brasil, o glitter contra-ataca

Duas semanas depois da eleição de Bolsonaro, a Netflix estreia Super Drags: três drag queens salvam o mundo. Deputados federais já se manifestaram contra a série

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Edição de 17 a 23 de março
Super Drags. No Brasil, o glitter contra-ataca
Catarina Moura 09 de novembro de 2018 às 15:00

A comunidade LGBT e outras minorias vivem ameaçadas e chega do céu e em estrilho brilhante o trio de super-heroínas que salva o dia e o mundo. Nesta ideia, realidade e fantasia estão abraçadas: Bolsonaro, homofóbico e misógino, foi de facto eleito no Brasil - que mesmo antes da sua eleição era já o país que mais LGBT mata no mundo - e, embora a solução não esteja a cair do céu, há bálsamos aqui e ali, sobretudo na crescente representatividade no panorama cultural.Super Drags, a série da Netflix que estreia sexta-feira, 9, é o mais recente exemplo disso.

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