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Netos da Gungunhana: Mia Couto visto pelo Bando

A companhia dirigida por João Brites junta-se no palco do São Luiz a artistas de Moçambique e do Brasil. Fala-se português, mas em Netos de Gungunhana os dialectos são muitos - e, pelo meio, há música.

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Edição de 17 a 23 de março
Netos da Gungunhana: Mia Couto visto pelo Bando
Rita Bertrand 03 de novembro de 2018 às 15:00

Ainda Mia Couto não tinha escrito o último capítulo de As Areias do Imperador, a sua trilogia sobre o legado de Gungunhana em Moçambique (onde reinou entre 1884 e 1895, para acabar exilado nos Açores, onde morreu), quando João Brites começou a congeminar levá-la à cena, com o seu grupo sediado em Vale dos Barris, Palmela, O Bando, e outros dois, oriundos de Brasília e Maputo, com os quais queria trabalhar - na sequência de residências de aproximação aos seus processos de trabalho, vocabulário e estética.

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