Sábado – Pense por si

Crítica: How Big Blue, How Beautiful

Análise ao novo álbum de Florence and the Machine

Florence Welch surgiu em 2009 comLungs, onde clamava que os dias de cão tinham acabado e, daí em diante, poderia viver amores felizes. Enganou-se: afinal, as doçuras do amor devem ter-lhe escapado e, agora que é uma estrela do pop-rock alternativo (para o que também contribuiu o hiper-adornadoCeremonials, de 2011), Florence põe o coração partido ao serviço da grandiosidade.

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