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Crítica de música: Grant-Lee Phillips

O crítico do GPS deu quatro estrelas ao nono trabalho a solo do músico norte-americano. Saiba porquê

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Edição de 17 a 23 de março
Filipe Lamelas 11 de março de 2018 às 19:30

Grant-Lee Phillips está habituado a andar de costas voltadas ao sucesso, bem como a manter uma filiação sonora militante e ortodoxa. No início da década de 90, já era um operário qualificado na construção da ponte entre o rock e a folk. Foi a sua banda - os Grant Lee Buffalo - que resgatou o legado de Springsteen e de Dylan, quando o primeiro andava perdido nos devaneios de Philadelphia e o segundo começava a dedicar-se a uma exploração comercial agressiva do seu espólio musical (nomeadamente com a edição de álbuns de celebração de carreira). Na viragem do século, Phillips, depois de um par de discos marcantes com os Buffalo, encetou uma carreira a solo, relativamente discreta, que passou, inclusivamente, pelo lançamento de um álbum de versões de bandas como os Pixies, The Smiths ou Echo & The Bunnymen.

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