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Crítica de livros: Doce Carícia

A intriga de William Boyd conta a história de Amory, uma fotógrafa que viveu duas guerras mundiais

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Edição de 19 a 25 de maio
Eduardo Pitta 01 de agosto de 2016 às 19:30

Glosando Flaubert com inteira propriedade, William Boyd (n. 1952) pode afirmar: Amory Clay sou eu. Tudo começou com uma fotografia encontrada por acaso. Aquela que vemos no frontispício, uma mulher a chapinhar na água em 1928.

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