Crítica de Livros: A História, de Elsa Morante

Eduardo Pitta escreve sobre o mais famoso dos romances da escritora italiana, publicado em 1974 e agora traduzido por José Lima

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Edição de 30 de junho a 6 de julho
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Eduardo Pitta 14 de janeiro de 2019

É bom ter de volta a italiana Elsa Morante (1912-1985), tão arredia da edição portuguesa, ao contrário do marido, Alberto Moravia. O mais famoso dos seus romances, A História, foi agora traduzido por José Lima. À data do lançamento, em 1974, no auge dos anos de chumbo italianos, a celeuma em torno do livro dividiu a intelligentsia marxista. Pasolini, de quem Morante era amiga e colaboradora, foi um crítico violento. Nunca mais se falaram até à morte do cineasta.

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