70 anos depois, podemos brincar com Anne Frank?

O diário mais famoso do mundo foi adaptado para banda desenhada por Ari Folman e David Polonsky. Com base nos textos originais, este diário gráfico conta a história dos 743 dias que Anne Frank viveu no anexo

70 anos depois, podemos brincar com Anne Frank?
Ângela Marques 30 de setembro de 2017

A história é tão trágica quanto conhecida: em 1933, vendo o nazismo começar a desfilar nas ruas alemãs, a família de Anne Frank decide mudar-se para a Holanda. Quando, no Verão de 1942, Amesterdão é ocupada pelos nazis, Anne Frank é obrigada a esconder-se num anexo secreto da sede da empresa que o pai dirigira até então, a Opekta. Num diário que escreveu ao longo dos 743 dias que a reclusão durou, Anne Frank registou, com a inteligência e o humor de uns 13 anos bem apurados, tudo o que aconteceu no anexo. Em 1947, após o fim da Segunda Guerra Mundial (a que Anne não sobreviveu), o pai decidiu publicar o Diário de Anne Frank. O documento é histórico - e até agora intocável.

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