Um Garrett à antiga para o público de hoje

Do palco onde a 1 de março estreia Frei Luís de Sousa, contemplam-nos 200 anos de História, que é preciso mostrar às novas gerações. Miguel Loureiro encena o clássico sem ajudas modernas

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Rita Bertrand 03 de março de 2019
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Crítico das "variações mais ou menos cínicas" que marcam as criações contemporâneas a partir de clássicos, Miguel Loureiro encena Frei Luís de Sousa em Lisboa, seguindo "a proposta de escrita do autor, Almeida Garrett, um esteta da linguagem que, há quase 200 anos, quis fundar um património teatral à medida de um País europeu, que não existia em Portugal até então". O que lhe interessa, garante, "é fazer um trabalho sério, que traga esta obra maravilhosa às novas gerações, sem atraiçoar o seu espírito".

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