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Crítica: Pássaro Branco

Em análise o novo filme de Gregg Araki com a jovem promessa Shailene Woodley

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Edição de 5 a 11 de maio
Crítica: Pássaro Branco
Pedro Marta Santos 30 de maio de 2015 às 20:00

Adaptando uma novela da poetisa Laura Kasischke, Gregg Araki ("The Doom Generation") abandona a proverbial fúria libertária para se concentrar no drama doméstico e nas crises de crescimento de Kat, uma miúda da América suburbana que vê a mãe desaparecer aos 17 anos. Ao  belo som de Cocteau Twins, The Cure ou Echo and the Bunnymen, o filme é curioso pelo desprendimento sexual da protagonista, a estrela Shailene Woodley, mas nunca alcança a força de, por exemplo, Mysterious Skin, já que hesita entre o retrato do angst e a vulgar lógica do thriller

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