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Crítica de Cinema: UglyDolls

O filme de Kelly Asbury é "tão genérico como as suas insistentes e irritantes canções", escreve o crítico

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Edição de 17 a 23 de março
Tiago Santos 08 de agosto de 2019 às 07:00

E seToy Storyfosse sobre brinquedos com defeito que cantam imenso e sonham ser adotados (comprados?) por crianças porque cada um tem de se amar como é e as nossas excentricidades são o que nos torna singulares? Meninas e meninos, eisUglyDolls, onde todas as canções parecem uma audição para oAmerica Got Talentou qualquer outro programa derealityTV onde a sonoridade de eleição é pop descartável.Uglyvilleé a cidade para onde são descartados os produtos com defeito e, apesar de a vida por lá parecer simpática, Moxy sonha com um mundo melhor: O Instituto da Perfeição. Há um ou outro bom momento de humor masUglyDollsé tão genérico como as suas insistentes e irritantes canções.

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