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Crítica de cinema: Polina

Descrever, com realismo e sensibilidade, a autodescoberta de uma artista, Polina, era um projecto promissor

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica de cinema: Polina
Pedro Marta Santos 31 de julho de 2017 às 15:00

O projecto era prometedor: descrever, com realismo (apesar da origem na graphic novelde Bastien Vives) e sensibilidade, a autodescoberta de uma artista, Polina, bailarina russa, de acesso garantido ao Ballet do Teatro Bolshoi, que decide interromper o percurso clássico para definir uma identidade, primeiro numa companhia de dança moderna de Aix-en-Provence, França, depois na liberdade coreográfica de Anvers, Bélgica, junto de um bailarino de excepção, Karl.

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