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Crítica de Cinema: Matthias e Maxime, de Xavier Dolan

O último apeadeiro de uma viagem cada vez menos excitante, escreve o crítico de cinema da SÁBADO

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Edição de 10 a 16 de março
Crítica de Cinema: Matthias e Maxime, de Xavier Dolan
Pedro Marta Santos 03 de julho de 2020 às 14:00

Onze anos depois, por onde anda uma promessa incandescente chamada Xavier Dolan? Estreado na realização de longas-metragens com uns incríveis 20 anos graças ao autobiográfico, psicanalítico e interessante Como Matei a Minha Mãe (2009), o canadiano Dolan foi ascendendo na escala de prestígio internacional à medida que a energia melodramática se ia extinguindo como uma supernova.

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