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Crítica de cinema: Manhattan Nocturne

O filme entretém, com eficácia, graças a uma intriga labiríntica a que Raymond Chandler chamaria um figo

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica de cinema: Manhattan Nocturne
Pedro Marta Santos 18 de julho de 2017 às 17:00

O maior defeito deManhattan Nocturneé seguir as pistas dofilm noircomo um cão de fila: numa intrincada história de descoberta das circunstâncias e motivos da morte bárbara – encontraram-no com os intestinos à mostra sob os escombros de um prédio – de Simon Crowley (Campbell Scott com disenteria e olheiras alucinadas), realizador de cinema casado com a inevitávelfemme fatalerepleta de fantasmas freudianos (Yvonne Strahovski, francamente sexy), um repórter de investigação (Adrien Brody) faz as vezes de detective privado numa Nova Iorque lúgubre, debitando voz off como se fosse o Sam Spade de Dashiell Hammett.

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