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Crítica de cinema: Hampstead

Um filme onde é tudo tão limpo, retocado e esterilizado que qualquer sinal de vida e verdade desaparece

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Edição de 6 a 12 de janeiro
Tiago Santos 24 de agosto de 2017 às 17:00

Nem sequer o inquestionável talento e carisma de Diane Keaton e Brendan Glesson salvam Hampstead: Nunca é Tarde para Amar. O filme é tão aborrecido e previsível como um copo de água morna, uma fantasia romântica onde dois viúvos - ela uma americana a viver num condomínio; ele um eremita que ocupou um valioso terreno - se apaixonam num bairro de Londres.

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