Crítica de Cinema: Feliz Como Lázaro

Tiago R. Santos analisa o terceiro filme de Alice Rohrwacher, que "é já uma das grandes referências do cinema transalpino contemporâneo".

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Tiago Santos 26 de outubro de 2018

Lázaro, um humilde camponês, tem o aspecto físico de um jovem Andy Kaufman e olha para o mundo à sua volta com a mesma simplicidade de Chance, o protagonista, interpretado por Peter Sellers em Being There, uma das obras-primas de Hal Ashby. Mas as referências de Alice Rohrwacher - que, ao seu terceiro filme, é já uma das grandes referências do cinema transalpino contemporâneo - não são americanas: esta encantadora fábula aproxima-se do realismo mágico de Gabriel García Márquez, cruzando-o com o cinema neo-realista italiano e tornando Feliz Como Lázaro num objecto singular e imprevisível.

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