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Crítica de cinema: Ensurdecedor

O realizador Joachim Trier está entre os melhores novos cineastas contemporâneos

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica de cinema: Ensurdecedor
Pedro Marta Santos 24 de maio de 2016 às 17:00

Se existia maior beleza naturalista no filme anterior do norueguês Joachim Trier (o excelente Oslo, 31 de Agosto), Ensurdecedor revela uma maturidade afectiva e uma compreensão dos mecanismos do melodrama - o sangue que irriga o corpo do cinema - que o coloca entre os melhores novos cineastas contemporâneos.

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