Sábado – Pense por si

Crítica de cinema: Clash

No seu novo filme, Mohamed Diab consegue criar um espaço que funciona como um microcosmo para a sociedade egípcia, explorando e desconstruindo conflitos e questões morais

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Edição de 17 a 23 de março
Tiago Santos 14 de agosto de 2017 às 13:00

A acção decorre em 2013, dois anos após a revolução egípcia, quando o caos invadiu as ruas depois do golpe de Estado que derrubou Mohamed Morsi e os conflitos entre a Irmandade Muçulmana e os Militares dividiram de novo o país.

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