Crítica de cinema: Borboleta Negra

Remake de Papillon Noir, um telefilme francês, é a história de Paul, um argumentista em crise de inspiração

Sábado
Leia a revista
Em versão ePaper
Ler agora
Edição de 18 a 24 de agosto
As mais lidas GPS
Tiago Santos 11 de junho de 2017

Borboleta Negra pode não ser dos piores filmes que vi nos últimos tempos, mas será por certo dos mais irritantes. Remake de Papillon Noir, um telefilme francês, é a história de Paul (Banderas), um argumentista em crise de inspiração, alcoólico e recluso, que acolhe Jack, um misterioso viajante (Rhys Meyers), que, de forma radical, o obrigará a empenhar-se na escrita e a repensar a vida. Entretanto, há um serial killer à solta. Porque o objectivo de Brian Goodman e do guião de Marc Frydman e Justin Stanley é mesmo esse: obrigar o espectador a pensar que, a qualquer momento, sangue será derramado. Mas nem sequer foi esse comum artifício dramático que me fez ter vontade de insultar o ecrã.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
Para activar o código da revista, clique aqui
A Newsletter As Mais Lidas no seu e-mail
Às Sextas-Feiras não perca as notícias mais lidas da semana