Sábado – Pense por si

Crítica de Cinema: Assassin's Creed

Para o nosso crítico, a adaptação cinematográfica deste popular jogo de computador tem "muita acção, pouco sentido"

A última vez que Kurzel, Fassbender e Cotillard trabalharam juntos foi em Macbeth (2015), uma estilizada e visceral adaptação de Shakespeare - e confirma-se que passar das palavras do Bardo para o universo dos videojogos é tão difícil como parece: Assassin's Creed revela-se um enorme desperdício de talento, um filme que se leva demasiado a sério, considerando o material à disposição. 

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