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Crítica de Cinema: Ad Astra

Ad Astra "mostra um exercício de descoberta pessoal", escreve o crítico

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Crítica de Cinema: Ad Astra
Pedro Marta Santos 24 de setembro de 2019 às 15:34

A orfandade é um sentimento que atravessa todo o cinema de James Gray. Desde Little Odessa(1994), o realizador percorre épocas e géneros, mas as angústias e incompletudes do relacionamento com uma figura paternal serve de fio comum, começando pelo vulto negro, wellesiano, de Maximilian Schell no filme inaugural: o thriller/filme de gangsters (Nas Teias da Corrupção); o melodrama (Duplo Amor, de uma melancolia áspera como ardósia); o drama histórico (A Emigrante); o filme de aventuras (A Cidade Perdida de Z).

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