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Crítica de cinema: 6 dias

Fraser contenta-se em seguir, com eficácia mas sem verve, a escalada da tensão e o papel das forças especiais dos SAS

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica de cinema: 6 dias
Pedro Marta Santos 16 de setembro de 2017 às 19:00

Não tendo visto qualquer das anteriores longas-metragens do neozelandês Toa Fraser (assinaria entretanto episódios dePenny DreadfuleInto the Badlands), só posso presumir que a desenvoltura da câmara e algum sentido de ritmo já marcassem os primeiros trabalhos. Mas também já lá deviam estar uma certa lassitude, uma incapa-cidade de acrescentar espessura aos personagens e várias hesitações no tratamento do suspense.

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