Sábado – Pense por si

Esta arte é de todos os géneros e fala português

A dicotomia macho-fêmea já era - e os artistas contemporâneos provam-no em G, que reúne, no Museu do Chiado, em Lisboa, duas dezenas de obras nacionais, onde identidade, corpo e sexualidade não se esgotam na velha divisão do mundo entre homens e mulheres

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Edição de 17 a 23 de março
Rita Bertrand 23 de outubro de 2017 às 07:00

Foi você que pediu um ser andrógino? Um jovem barbudo, tão feminista como Simone de Beauvoir? Uma mulher arrapazada? Um homem a quem a maquilhagem aumenta a auto-estima? Aqueles que não conseguem encaixar-se na sociedade formatada, de homens e mulheres a cumprir papéis impostos há milénios? Todos eles - e sobretudo a reflexão em torno dos estereótipos sociais, através da imaginação artística - está em G - Género na Arte. Corpo, Identidade, Sexualidade, Resistência, que o Museu Nacional de Arte Contemporânea, no Chiado, Lisboa, inaugura esta quinta-feira, dia 19.

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