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Al Final del Paraízo no Padrão dos Descobrimentos

A exposição do Artista Demián Flores transformou as paredes da sala de exposições do Padrão dos Descobrimentos numa auto-análise identitária

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Edição de 3 a 9 de fevereiro
Ágata Xavier 27 de fevereiro de 2017 às 11:00

O artista Demián Flores (Oaxaca, 1971) transformou as paredes da sala de exposições do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, numa auto-análise identitária com o criar desenhos, alguns deles com recurso a colagens, sobre o que significa, afinal, ser mexicano. Trata-se de uma combinação de elementos retirados do Livro dos Destinos, um calendário-ritual divinatório pré-hispânico, da utopia ocidental do paraíso terrestre e "do destino celestial prometido pela evangelização sangrenta dos indígenas".

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