Greve na saúde adia consultas marcadas há um ano. Sindicato denuncia pressões sobre funcionários
Paralisação decorre entre hoje e terça-feira. Por volta das 10h00, o presidente do STTS, Mário Rui disse que a greve estava com uma adesão de 60%.
Paralisação decorre entre hoje e terça-feira. Por volta das 10h00, o presidente do STTS, Mário Rui disse que a greve estava com uma adesão de 60%.
A greve, convocada pelo STTS, decorre hoje e na terça-feira entre 00h00 e as 24h00.
Para esta segunda-feira está ainda prevista uma manifestação em Lisboa. Sindicato exige a "contratação urgente" de pessoal para terminar com o "abuso dos turnos suplementares e cargas horárias de 14 e 16 horas de serviço contínuo".
A paralisação vigora entre as 00h00 e as 24h00 e foi convocada pelo STTS.
Presidente do INEM fez criticas à postura dos técnicos durante a greve de 2024, que considerou ter tido uma "vertente ética e deontológica gravíssima".
Devido à greve dos trabalhadores da Administração Pública, afetos ao sindicato que a convocou, são esperados impactos em serviços públicos nos setores da educação, saúde, Autoridade Tributária e Instituto dos Registos e do Notariado (IRN).
O STTS convocou esta greve para sexta-feira para os trabalhadores da administração pública, devido à degradação das condições de trabalho e falta de valorização.
A federação que convocou a greve na origem do caos no INEM, chamada FESINAP, não tem sócios no INEM entre os seus cinco mil membros. Mas tem planos para concorrer com a CGTP e a UGT - e para conquistar um lugar na concertação social.
Entre as principais reivindicações está a instituição do cartão refeição na Administração Pública "através de negociação em Acordo Coletivo de Empregador Público (ACEP), para o valor diário de 10 euros, livre de imposto" e a revisão das carreiras não revistas.
Trabalhadores da administração pública estão de greve nos dias 31 e 4 de novembro. Protestos deverão afetar escolas e equipamentos de saúde.