Comité Olímpico Internacional abre caminho ao regresso da Rússia aos Jogos Olímpicos de 2028
O organismo levantou provisoriamente a suspensão ao Comité Olímpico Russo, mas mantém em aberto o uso da bandeira, do hino e dos símbolos nacionais.
O organismo levantou provisoriamente a suspensão ao Comité Olímpico Russo, mas mantém em aberto o uso da bandeira, do hino e dos símbolos nacionais.
A decisão do COI baseou-se no artigo 50.º da Carta Olímpica, que proíbe qualquer forma de "propaganda política" nos locais de competição, na Aldeia Olímpica ou durante as cerimónias de entrega de prémios.
Entre as controvérsias está, por exemplo, a atuação dos agentes do ICE, nos Estados Unidos.
O bullying "pode destruir as pessoas, pode matar os pensamentos, o espírito e a mente das pessoas", frisou a atleta argelina que já arrecadou o bronze.
Atletas russos e bielorrussos autorizados a participar vão ter uma bandeira neutra, com a sigla AIN sobre um fundo verde, sem os anéis olímpicos, além de um hino, com música original a apresentar pelo COI, no que será um "momento de dignidade" sem letra, e que apenas será tocada em caso de medalha de ouro.
Constantino revela que o tema nunca foi abordado entre o COP e o Governo português, assegurando a "posição completamente autónoma e independente" do organismo que dirige, com o seu rumo a ser "alinhado" pelas organizações desportivas.
Desde a chegada das delegações, quatro atletas acusaram positivo para a covid-19.
No final de março, a tocha olímpica começou o seu revezamento até à capital nipónica, sob fortes restrições e com o público 'encorajado' a acompanhar pela Internet.
O COI suspendeu Lukashenko "de todas as manifestações e atividades do COI, incluindo os Jogos Olímpicos", em resposta à "discriminação política" que atinge os atletas do país.
Após a reunião de hoje, Thomas Bach, presidente do COI, revelou também que surf, skateboard e escalada, que entram já no programa para Tóquio, no próximo verão, são reconduzidos para 2024.
Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 foram adiados para 2021, devido à pandemia da Covid-19.
Proposta do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, foi aceite pelo Comité Olímpico Internacional. Jogos Olímpicos ficam adiados até, no máximo, ao verão de 2021.
O Canadá é o primeiro país a tomar a decisão de não enviar atletas para Tóquio. O Comité Olímpico da Austrália considerou "ser claro" que Tóquio2020 não pode decorrer na data prevista.
Shinzo Abe garantiu que o país continuava empenhado em organizar os Jogos Olímpicos nas melhores condições, mas que tarefa pode ser difícil.
Estão vários cenários em discussão, contudo o cancelamento não é uma hipótese, apesar da rápida propagação do novo coronavírus pelo mundo, refere o COI.
Governo japonês asseverou a vontade de realizar os Jogos como previsto, num dia em que o vice-presidente do Comité Olímpico do Japão, Cozo Tashima, testou positivo a Covid-19.